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A travessia silenciosa que todo empresário precisa fazer antes de 2026

Há momentos em que a melhor decisão não é correr.
É sentar, observar e entender onde se está.

A imagem que acompanha este texto não é aleatória.
Ela retrata uma pausa consciente: pés suspensos sobre a água, um instante entre o que já passou e aquilo que ainda não começou. É exatamente nesse ponto que muitos empresários brasileiros se encontram agora.

O ano se encerra.
E, com ele, fecha-se um ciclo que foi exigente, instável e, para muitos, pesado.

Mas 2026 já está em curso — ainda que silenciosamente.

A Reforma Tributária não começa quando a lei entra em vigor

Ela começa quando o empresário decide se preparar.

A primeira etapa da Reforma Tributária não é um evento isolado no calendário. Ela inaugura uma transição longa, complexa e estrutural, que vai impactar preços, contratos, margens, fluxo de caixa, planejamento patrimonial e a própria forma de organizar empresas.

O problema é que muitos ainda tratam isso como um “assunto para depois”.

E é justamente esse “depois” que costuma custar caro.

Empresas que:

  • operam sem atas formais de distribuição de lucros,
  • renovam contratos sem cláusulas de adaptação legislativa,
  • misturam patrimônio pessoal com risco empresarial,
  • ou confundem faturamento com lucro,

tendem a sentir os efeitos da Reforma de forma mais dura.

Não porque a lei seja punitiva.
Mas porque o sistema passa a exigir estrutura.

Transição não é espera. É preparo.

Existe uma diferença fundamental entre quem atravessa uma mudança e quem é arrastado por ela.

O período que antecede 2026 é uma janela estratégica:
um tempo para revisar contratos, ajustar estruturas societárias, organizar patrimônio, corrigir fragilidades silenciosas e tomar decisões com clareza — não sob pressão.

É o tipo de trabalho que não aparece nas redes sociais.
Mas que sustenta empresas por décadas.

Assim como na imagem do manuscrito antigo, há sabedoria no gesto simples de parar, observar e planejar o próximo passo antes de tocar a água.

Encerrar o ano também é um ato jurídico estratégico

Encerrar o ano não é apenas fechar o caixa ou fazer balanços contábeis.
É decidir como sua empresa entra no próximo ciclo.

Algumas perguntas são inevitáveis neste momento:

Sua empresa está juridicamente preparada para o novo sistema tributário?
Seus contratos suportam mudanças legislativas relevantes?
Seu patrimônio está protegido ou exposto?

Responder a essas perguntas agora é um ato de responsabilidade — consigo, com a empresa e com a família.

Um fechamento com esperança, não com ilusão

Esperança, aqui, não significa negar riscos.
Significa enfrentá-los com método, estrutura e orientação.

Empresas bem assessoradas não dependem de sorte.
Elas atravessam reformas, crises e mudanças porque foram pensadas para durar.

Encerramos este ano com essa mensagem:
há muito o que fazer — e fazer com calma, estratégia e consciência.

Em janeiro, voltamos a todo vapor, aprofundando os impactos práticos da Reforma Tributária, o papel do planejamento jurídico e as decisões que evitam prejuízos silenciosos no futuro.

Porque empresário que entende o jogo não pula no escuro.
Ele atravessa com firmeza.

Eu ajudo empresários que já erraram — ou que não podem mais errar — a protegerem seus negócios com orientação jurídica clara, firme e acessível.

Se você quer entender como essas mudanças impactam sua realidade específica, posso ajudar.

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